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segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Modulo 3 - Semana 2

Durante a semana eu e o meu grupo começamos a fazer os planos de cinema, desenvolvendo cada um e decidindo o que aconteceria também em cada um.
Planos de Cinema:
Plano 1: A personagem principal está num dia normal a passear e olha fixamente para o sol. Devido a um eclipse solar esta fica em sofrimento e com uma cegueira. Neste plano o objectivo é mostrar a personagem a olhar para o sol e ficar cega.
Plano 2: A cegueira da personagem principal causou-lhe sérios problemas, não só físicos mas principalmente psicológicos. A personagem sente-se perdida na sua própria escuridão e não consegue ter forças suficientes para continuar a viver da maneira que vivia. O acidente causou-lhe um transtorno e uma depressão com alguma gravidade e a própria personagem não fala, não reage e não sente prazer em viver. Neste plano o objectivo é mostrar a sofrimento da personagem. Esta irá estar sentada na sua própria sala com as ligaduras do acidente à volta dos olhos sem reagir a nada e sem se mover.
Plano 3: No terceiro plano a enfermeira encarregue pela personagem principal vai a sua casa para verificar se está tudo bem e para tratar do seu próprio paciente. A enfermeira tenta fazer com que o paciente reaja, mede-lhe a tenção, dá a vacina para a recuperação da mesma e ainda lhe dá o comprimido que essa terá de tomar.
Plano 4: No plano 4 a namorada da personagem principal vai a sua casa fazer-lhe uma visita. Esta tenta reanimar a personagem também mas não à forma de conseguir fazer com que ele seja o mesmo. Ela fica encostada a ele e desesperadamente afasta-se e começa a chorar por tudo o que está a acontecer. Ao chorar ela encosta-se a uma mesinha e acaba por adormecer.
Plano 5: De seguida a personagem recebe um telefonema da enfermeira com óptimas notícias, noticias essas que lhe meteram um sorriso na cara. No momento seguinte a enfermeira chega e entra na casa. A namorada cumprimenta-a e de seguida esta faz o seu trabalho dando a vacina e os comprimidos à personagem. A enfermeira ainda tenta reanima-lo mas a personagem continua sem reagir. Esta de vagar dirige para trás da figura imóvel na cadeira e começa-lhe a tirar as ligaduras com cuidado. Após a enfermeira tirar as ligaduras a personagem principal ganha forças e sorri para a namorada. Neste plano o objectivo é mostrar a felicidade do cego por milagrosamente conseguir voltar a ver.
Plano 6: Neste plano a namorada e a personagem principal passeiam alegremente pelo jardim.

Pesquisa:

Dá-se o nome de auto-retrato, quando o retratista procura descrever o seu aspecto e o seu carácter, revelando o que captou da expressão mais profunda de si mesmo. O auto-retrato constitui um exercício que permite revelar traços do criador artista. No auto-retrato, o artista procura mostrar-se (ou descobrir-se) de uma forma mais nítida, mais verdadeira e intima e pode mesmo não gostar daquilo que vê, pode não aprovar, e, por isso pode modificar a imagem que encontrou de si.
Muito usado na pintura, na literatura ou na escultura, o auto-retrato nem sempre representa a imagem real da pessoa, mas sim como o artista se vê: aceita e assume ou tenta mudar e isso depende de cada pessoa ou mesmo de cada momento.
Alguns artistas afirmam que existe sempre algum temor em cada auto-retrato, pintura, fotografia ou escultura. Teme-se a análise introspectiva, teme-se o conhecimento que ultrapasse a barreira da fantasia, que faça desmoronar um ideal.~

Descrição objectiva  –  a reprodução da personagem em causa é fiel, isto é, os aspectos caracterizados são descritos de acordo com a realidade. Pelo contrário, numa descrição mais subjectiva, a personagem é descrita de acordo com a sensibilidade do observador, isto é, da maneira como este a vê e sente.
Prespectiva geral – a personagem  é apresentada, globalmente, através dos seus traços dominantes. Em contrapartida, a personagem descrita numa perspectiva mais pormenorizada é apresentada a partir dos seus traços particulares distintivos, relativos ao aspecto físico, aos sentimentos e ao comportamento desta.
A caracterização de uma personagem pode ser feita numa perspectiva fixa e estática como se estivéssemos a ver uma fotografia ou, pelo contrário, numa perspectiva mais dinâmica como se estivéssemos a assistir a um filme. Estas duas perspectivas dependem da presença/ ausência de movimento. No caso do auto-retrato recriado através de uma imagem, o movimento é reconhecível, por exemplo, a partir dos gestos da personagem e, no caso da descrição verbal do auto-retrato, este é conseguido, por exemplo, a partir dos verbos de acção (movimento).

Video modulo 2 aparesentação

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Modulo 3 - Tecnologia - Aula 2

Nesta aula falamos sobre a história e evolução da fotografia.
O inicio da fotografia foi em 1824/1826 e antigamente não havia meio tecnológicos avançados como os computadores e tudo era feito a partir de uma forma analógica.
Princípios da fotografia:
Princípio da Câmara escura
Foto sensibilidade (Existem grãos de prata que são sensíveis à luz. Quando a luz atravessa o “furo” o local que recebe luz será sensibilizado e os sais de prata sofrem uma transformação)
Fotografia Digital (A câmara digital regista as imagens através  de um sensor que, entre outros tipos, pode ser do tipo CMOS ou do tipo CCD, armazendo as imagens em cartões de memoria)
Tipos de lentes:
- Normal: 50 mm (apanha o que o olho humano vê no mesmo local)
- Teleobjectiva: 50- 300 mm (apanha os o objectos mais longe e com melhor definição, isto é, capta os objectos longe mas com melhor definição e zoom. Este tipo de lente é útil para retratos)
- Grande angular: 0,1 – 50 mm (Útil para fotografias de paisagens)
Filtros: Difusores, polorizador, densidade neutra, Dual, Infravermelhos, Cross Screen, etc…
Géneros fotográficos: Documental e fotojornalismo, Fotografia e a cidade, Retrato, serie fotográfica (sequencia de fotos), Surrealismo, fotografia contemporânea.

sábado, 29 de janeiro de 2011

modulo 3 - projecto - aula 2

Na segunda aula de projecto, o professor explicou-nos o que os professores de tecnologia queriam, tanto para cinema como para fotografia. Como o meu grupo ia ter no sexto cinema, reunimos o grupo e fiemos um novo conceito.
Conceito de grupo: “ um mar negro, um mar sem som, sem forma… As ondas  deste mar rebentam soa cada instante, com mais força e ferocidade… A esperança também a diminui a cada instante, cada minuto pareça uma eternidade... o meu verdadeira eu morreu... Não sei de aguentarei mais, não há nada que eu consiga fazer… Tenho de aguentar e viver até ao dia em que consiga encontrar a luz…
Com o conceito concluído, começamos a construir os nossos 6 planos, a fazer uma lista de material e a ensaiar. Filmámos ainda e pusemos o temporizador (para ver quanto tempo é que cada plano durava).

domingo, 16 de janeiro de 2011

Modulo 3 - Semana 1

Referenciais:
O mar de rosas.
Conceito : Eu caminho por um mar de rosas com e sem espinhos à procura do amor, da ternura,do carinho e da felicidade no mundo que me rodeia.

A rosa.
A rosa vermelha tem como significado o amor, carinho, felicidade, admiração, desejo, paixão, amizade, encanto, etc...




A palavra amor não é fácil de se definir. Afinal o que é a palavra amor? A palavra amor é uma palavra que faz com que haja sempre algum sentimento quando a pronunciamos. É uma palavra que toda a gente tem direito de sentir. No fundo para mim, é simplesmente a palavra amor.
Esta está sempre relacionada com a existência de um sentimento, sentimento este que nos faz ter uma certa ligação com alguém ou algo, de querer o melhor para essa pessoa e o principal “o amor por essa pessoa”. É a afeição, a compaixão, a atracção, o desejo, a ternura, etc…  
Amor é um sentimento que invade tudo, preenche todos os espaços e faz com que qualquer tentativa de infelicidade seja em vão. Quando vivemos o amor e acreditamos nele, sentimo-nos mais fortes que o mundo e somos tomados por uma serenidade, que vem da certeza de que nada poderá vencer esse amor. Nos entregamo-nos com uma vontade difícil de explicar e tudo ao nosso redor passa a ter vida como por exemplo: as nuvens passam a ter formas, os soldadinhos de chumbo parecem andar e marchar, a bailarina da caixinha de musica a bailar e a sorrir… Nos transformamo-nos crianças outra vez que diante da vida têm o poder de condensar para si toda a simplicidade, toda a luminosidade do mundo. É este sentimento forte que está para além do tempo e que todos sentimos por alguém.

A amizade torna os fardos mais leves porque os divide pelo meio. A amizade intensifica as alegrias e levando-as ao quadrado no coração. A amizade esvaia o sofrimento porque a simples palavra e lembrança de “amigo” é um alívio. A amizade ameniza as tarefas difíceis, porque nós não as realizamos sozinhas. A amizade diminui a distância, embora longe um amigo é alguém perto de nós. A amizade tem confidências redentoras, problemas partilhados, amizade profunda, felicidade repartida, ventura acrescida… A amizade coloca musica e poesia na banalidade do quotidiano. A amizade é a doce canção da vida e a poesia da eternidade. A amizade é ter um amigo que nos apoia nos momentos bons e maus. O amigo é a outra metade de nós.


Muitas vezes quando falamos em amor, este é logo caracterizado e pensado pelas pessoas que nos apaixonamos ao longo da nossa vida mas esquecemo-nos do amor que nos rodeia e com muito mais valor, como o amor das pessoas que nos viram nascer e nos criaram. Afinal o que é o amor de mãe? Não consigo encontrar palavras para o descrever. É um amor que nunca acaba e por pior dos piores que os filhos sejam, as mães amam-nos sempre, sendo negra ou branca, todas elas têm dedicação em ser mãe, até porque exercer essa acção não é assim tão fácil. É mesmo muito difícil de explicar, arranjar palavras, descrever e compreender este sentimento forte que se sente pelos seus filhos, mas mãe de verdade antes de ser amiga, companheira, e fazedora das maiores atrocidade em função dos seus filhos, abdica de várias coisas e mesmo assim não se arrepende. É um amor protector, um amor que nos proporciona segurança. É um amor que tem consigo uma paixão avassaladora. É um amor eterno e único. Um amor verdadeiro! É o amor de mãe.
Pesquisa:

Amor de mãe
Mãe: a palavra mais bela pronunciada pelo ser humano", Kahil Gibran.
Sentimento incondicional
Não existe outro igual
Só a mãe possui
Privilegiado, o filho usufrui

Não conseguimos mensurar
O tamanho do nosso amar
Um laço tão forte
Não acaba nem com a morte

Almas conectadas
Para sempre interligadas
Não importando o que aconteça
Passa a mão na minha cabeça

Zelando e acalentando
Nossos medos acalmando
O tempo todo do nosso lado
Filho: É sempre abençoado...
Susana Petri Martins
  
Amizade:

Para poder ser feliz:
É preciso amar quem nos ama
É preciso ser amigo de quem se ama
Sentir carinho, amor, amizade
Constituem a real base para a felicidade.

Se houver amor e felicidade
Haverá total felicidade
Quando existe apenas paixão
Pode não nos fazer bem ao coração.

Juntos, o amor e a amizade
Formam a gostosa amorzade
Uma verdadeira amizade
Feita de amor e carinho
É o verdadeiro caminho
Para a real amorzade.
Rosa:

        Numa tarde maravilhosa
        Tu vieste me visitar
        E nas mãos com um buquê de rosas
        De presente a  me ofertar

         Um buquê de rosas vermelhas
         Significado da paixão
         A cor que simboliza o amor
         E o sentimento de um coração

         A rosa vermelha é a minha preferida
         A Rosa vermelha... é pura paixão
         E com ela nos cabelos meus é apenas sedução

         Já que com rosas tu vieste
         Com as  pétalas delas me banharei
         Eperando-te vestindo pétalas, apenas pétalas vestirei!!!
Anonimo
Amor:

- Amar eficazmente a alguém é recusar-se a aceitar a sua caricatura. Rasgar todas as mascaras é a condição para que apareça a verdadeira face humana, no esplendor da sua verdade.
- Amar é a sentir na felicidade do outro a própria felicidade.
- Quando o amor vos fizer sinal, sigam-no: ainda que os seus caminhos sejam duros e escarpados. E quando as suas asas me envolverem entregai-vos: ainda que a sua espada escondida na sua plumagem vos possa ferir
Autores anonimos














Se tudo for feito com amor e ingenuidade
Se todos se amarem mutuamente
Se a felicidade for eterna
Se a tristeza for mera passagem 
Se a amizade for sincera e de verdade
Se a vida for um dar acima de receber
Então descobriremos que foi em cada uma desses momentos
Que o nosso coração bateu mais forte e
Que agimos pura e simplesmente
Como seres humanos.
Vera Costa



Modulo 3 - Tecnologia - Aula 1

Na primeira aula de Tecnologia eu faltei porque estive doente por isso, perguntei aos meus colegas o que tinha acontecido na minha ausência.

No inicio da aula, a turma foi divida em dois grupos, fotografia e cinema. Eu supostamente fiquei em vídeo e dividiram-nos em 3 subgrupos que têm como objectivo realizar um filme no máximo de 15 minutos.

Em vídeo aprenderam também vários planos e imagem, como:

- Plano geral: Onde todo o corpo humano é representado.
- Plano muito geral: Onde o corpo e os objectos em redor são representados.
- Grande plano: Onde é representada a cabeça ao pescoço.
- Plano muito grande: Onde é só focada a face.
- Plano Americano: Onde se “cortava” as pernas a partir dos joelhos
-Promenor: Onde é representado um objecto, um detalhe, um olho, etc… por si próprio.

Falaram também nas cenas ( conjunto de planos interligados por filme), nas sequencias ( conjunto de cenas) e nos storyboards ( planeamento das várias cenas). E para além disto tudo ainda experimentaram um programa de sincronização de falas em animação.

Modulo 3 - Projecto - Aula 1

Modulo 3

Iniciamos esta aula tirando algumas dúvidas sobre as notas e critérios de avaliação da disciplina. Iniciamos também o novo modulo e tivemos a oportunidade de assistir a um raid fotográfico realizado pelo professor. Foi-nos proposto seguidamente o desafio e tivemos de fazer o nosso conceito.

«(…) Queria ir ao encontro do gerente, que, em pose ridícula, estava já no patamar da escada, agarrado com ambas as mãos ao corrimão.
Mas, ao tentar encontrar um apoio, caiu imediatamente, com um pequeno grito, sobre as muitas patas. Mal isto aconteceu, sentiu, pela primeira vez nesta manhã, uma sensação de bem-estar físico: as perninhas estavam bem assentes no chão, obedeciam perfeitamente, como ele, para sua alegria, pôde constatar. Até sentia como elas estavam dispostas a levá-lo aonde quisesse ir, e convenceu-se de que a cura definitiva de todos os seus males estava próxima. (…)»

 
(“A Metamorfose”, Franz Kafka)


Desafio:
“(…) Até sentia como elas estavam dispostas a levá-lo aonde quisesse ir (…)”  
Vais agora caminhar pelo mundo… Por onde andas e o que encontras?


Conceito:
Eu caminho por um mar de rosas com e sem espinhos à procura do amor, da ternura, do carinho e da felicidade no mundo que me rodeia.