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terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Modulo 3 - Semana 4

Modulo 3 - Semana 3

Nesta semana realizei o meu raid fotografico.


















Modulo 3 - aula de tecnologias 3

Nesta aula iniciamos as filmagens dos filmes de grupo. Em primeiro lugar, contamos toda a história ao professor para este poder perceber em que consistia e para poder fazer os respectivos planos em cada 6 partes.



















Algumas fotos da filmagem do nosso filme.

modulo 3 - aula 3

Nesta aula, reuni novamente com o meu grupo de cinema para estruturar-mos a história do filme e treinar-mos as filmagens e os planos das mesmas.
Definimos também os figurinos e repartimos melhor as tarefas entre os elementos do grupo.  

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Modulo 3 - Semana 2

Durante a semana eu e o meu grupo começamos a fazer os planos de cinema, desenvolvendo cada um e decidindo o que aconteceria também em cada um.
Planos de Cinema:
Plano 1: A personagem principal está num dia normal a passear e olha fixamente para o sol. Devido a um eclipse solar esta fica em sofrimento e com uma cegueira. Neste plano o objectivo é mostrar a personagem a olhar para o sol e ficar cega.
Plano 2: A cegueira da personagem principal causou-lhe sérios problemas, não só físicos mas principalmente psicológicos. A personagem sente-se perdida na sua própria escuridão e não consegue ter forças suficientes para continuar a viver da maneira que vivia. O acidente causou-lhe um transtorno e uma depressão com alguma gravidade e a própria personagem não fala, não reage e não sente prazer em viver. Neste plano o objectivo é mostrar a sofrimento da personagem. Esta irá estar sentada na sua própria sala com as ligaduras do acidente à volta dos olhos sem reagir a nada e sem se mover.
Plano 3: No terceiro plano a enfermeira encarregue pela personagem principal vai a sua casa para verificar se está tudo bem e para tratar do seu próprio paciente. A enfermeira tenta fazer com que o paciente reaja, mede-lhe a tenção, dá a vacina para a recuperação da mesma e ainda lhe dá o comprimido que essa terá de tomar.
Plano 4: No plano 4 a namorada da personagem principal vai a sua casa fazer-lhe uma visita. Esta tenta reanimar a personagem também mas não à forma de conseguir fazer com que ele seja o mesmo. Ela fica encostada a ele e desesperadamente afasta-se e começa a chorar por tudo o que está a acontecer. Ao chorar ela encosta-se a uma mesinha e acaba por adormecer.
Plano 5: De seguida a personagem recebe um telefonema da enfermeira com óptimas notícias, noticias essas que lhe meteram um sorriso na cara. No momento seguinte a enfermeira chega e entra na casa. A namorada cumprimenta-a e de seguida esta faz o seu trabalho dando a vacina e os comprimidos à personagem. A enfermeira ainda tenta reanima-lo mas a personagem continua sem reagir. Esta de vagar dirige para trás da figura imóvel na cadeira e começa-lhe a tirar as ligaduras com cuidado. Após a enfermeira tirar as ligaduras a personagem principal ganha forças e sorri para a namorada. Neste plano o objectivo é mostrar a felicidade do cego por milagrosamente conseguir voltar a ver.
Plano 6: Neste plano a namorada e a personagem principal passeiam alegremente pelo jardim.

Pesquisa:

Dá-se o nome de auto-retrato, quando o retratista procura descrever o seu aspecto e o seu carácter, revelando o que captou da expressão mais profunda de si mesmo. O auto-retrato constitui um exercício que permite revelar traços do criador artista. No auto-retrato, o artista procura mostrar-se (ou descobrir-se) de uma forma mais nítida, mais verdadeira e intima e pode mesmo não gostar daquilo que vê, pode não aprovar, e, por isso pode modificar a imagem que encontrou de si.
Muito usado na pintura, na literatura ou na escultura, o auto-retrato nem sempre representa a imagem real da pessoa, mas sim como o artista se vê: aceita e assume ou tenta mudar e isso depende de cada pessoa ou mesmo de cada momento.
Alguns artistas afirmam que existe sempre algum temor em cada auto-retrato, pintura, fotografia ou escultura. Teme-se a análise introspectiva, teme-se o conhecimento que ultrapasse a barreira da fantasia, que faça desmoronar um ideal.~

Descrição objectiva  –  a reprodução da personagem em causa é fiel, isto é, os aspectos caracterizados são descritos de acordo com a realidade. Pelo contrário, numa descrição mais subjectiva, a personagem é descrita de acordo com a sensibilidade do observador, isto é, da maneira como este a vê e sente.
Prespectiva geral – a personagem  é apresentada, globalmente, através dos seus traços dominantes. Em contrapartida, a personagem descrita numa perspectiva mais pormenorizada é apresentada a partir dos seus traços particulares distintivos, relativos ao aspecto físico, aos sentimentos e ao comportamento desta.
A caracterização de uma personagem pode ser feita numa perspectiva fixa e estática como se estivéssemos a ver uma fotografia ou, pelo contrário, numa perspectiva mais dinâmica como se estivéssemos a assistir a um filme. Estas duas perspectivas dependem da presença/ ausência de movimento. No caso do auto-retrato recriado através de uma imagem, o movimento é reconhecível, por exemplo, a partir dos gestos da personagem e, no caso da descrição verbal do auto-retrato, este é conseguido, por exemplo, a partir dos verbos de acção (movimento).

Video modulo 2 aparesentação

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Modulo 3 - Tecnologia - Aula 2

Nesta aula falamos sobre a história e evolução da fotografia.
O inicio da fotografia foi em 1824/1826 e antigamente não havia meio tecnológicos avançados como os computadores e tudo era feito a partir de uma forma analógica.
Princípios da fotografia:
Princípio da Câmara escura
Foto sensibilidade (Existem grãos de prata que são sensíveis à luz. Quando a luz atravessa o “furo” o local que recebe luz será sensibilizado e os sais de prata sofrem uma transformação)
Fotografia Digital (A câmara digital regista as imagens através  de um sensor que, entre outros tipos, pode ser do tipo CMOS ou do tipo CCD, armazendo as imagens em cartões de memoria)
Tipos de lentes:
- Normal: 50 mm (apanha o que o olho humano vê no mesmo local)
- Teleobjectiva: 50- 300 mm (apanha os o objectos mais longe e com melhor definição, isto é, capta os objectos longe mas com melhor definição e zoom. Este tipo de lente é útil para retratos)
- Grande angular: 0,1 – 50 mm (Útil para fotografias de paisagens)
Filtros: Difusores, polorizador, densidade neutra, Dual, Infravermelhos, Cross Screen, etc…
Géneros fotográficos: Documental e fotojornalismo, Fotografia e a cidade, Retrato, serie fotográfica (sequencia de fotos), Surrealismo, fotografia contemporânea.